Siga todas as atualizações da Seleção no ge! - Há equipes que jogam muito bem, de intensidade. Acho que é um Mundial de alta intensidade. A Argentina joga um futebol de muita intensidade, mas há times que jogam de uma forma muito brigadora, que defendem de forma agressiva.
As estrelas não vão determinar esse Mundial. - Haiti é uma boa equipe. Jogou muito bem contra a Escócia. É uma equipe... Opa, esqueci meu francês (a pergunta da repórter foi em francês).
É uma equipe muito organizada. Tem jogadores muito fortes no ataque, são muito rápidos. Somos focalizados no nosso jogo. Porque nós temos que melhorar.
- É uma experiência muito bonita, muito especial. É um trabalho totalmente diferente. Mas estou aproveitando desses momentos espetaculares o máximo que posso. - Não posso confirmar (que ele será titular).
Paquetá tem qualidade, controle de jogo. Não foi assim no primeiro tempo (contra Marrocos), mas temos que dar outras oportunidades. Paquetá foi um dos que não jogou bem na primeira parte, mas ele é um jogador importante. Temos que considerar também que ninguém no primeiro tempo teve seu melhor nível no jogo.
Não quero uma identidade clara na equipe porque minha equipe tem que fazer várias coisas. Defender com bloco baixo, atacar aproveitando da qualidade dos jogadores. Vice não tem que esperar uma identidade clara porque eu não quero isso. Quero uma equipe que sabe fazer muitas facetas do futebol.
- Eu acho que Raphinha pode jogar em todas as posições da frente. Ele começa pela direita no Leeds e no Barcelona, depois foi para a esquerda, jogou sempre muito bem. Vai jogar muito bem aqui. Tem que ser calmo e paciente.
Raphinha temos que ter toda a calma e paciência. Ele tem toda a confiança do mundo porque, para mim, é um dos melhores jogadores do mundo. - Temos que meter Endrick no momento correto. A primeira parte do jogo foi inesperada.
Penso que a estreia da Copa do Mundo, o peso da camisa, influenciou o aspecto mental dos jogadores. Começar bem é importante, mas não é o mais importante. A equipe tem que ser mais que perfeita, tem que ser resiliente. A equipe é resiliente e vai melhorar.
- Matheus Cunha é mais associativo, tem mais qualidade de segundo atacante do que de referência, algo que o Igor Thiago tem. Ele é forte, é muito agressivo. Endrick não é nem um, nem outro. Endrick é um talento extraordinário.
O Brasil vai aproveitar das suas qualidades nessa e na próxima Copa do Mundo. Ele é paciente, não tem pressa, é muito maduro para a sua idade. São aspectos importantes. A família perto dele também é paciente, são aspectos importantes.
- Os cartões podem influenciar, essa é a razão porque mudei os dois no jogo (contra Marrocos), no intervalo. Algumas mudanças vamos fazer, vou colocar alguns jogadores que estão mais frescos que outros. Temos que melhorar no equilíbrio e na qualidade do jogo. Temos a qualidade para fazê-lo, ter um jogo de entretenimento, temos jogadores de força e potência.
O pensamento potencial é de fazer melhor. E temos que fazer melhor. - Não, vou comunicar à equipe amanhã. Acho que não é o momento.
Não tenho problema em comunicá-los a escalação agora. Futebol não tem segredos. Mas prefiro comunicar antes aos jogadores. - Deixo claro uma coisa: é um privilégio estar aqui como treinador da Seleção.
Tenho que lidar com a pressão. O resultado não foi bom contra Marrocos, mas temos que fazer uma crítica construtiva. A Copa não se ganha no primeiro jogo. Temos que buscar a solução.
A autocrítica dos jogadores foi positiva. Trabalhamos nesses dias para solucionar isso e acho que vamos. Seja antes ou depois, vamos solucionar. Sigo confiante que a equipe será competitiva nessa Copa.
A partir de agora vão começar as declarações de Carlo Ancelotti! - Nós tínhamos consciência do primeiro tempo ruim. Depois do gol, nós melhoramos no jogo. Ele nos deu tranquilidade e positividade.
Nós sabemos da qualidade do grupo. Sabemos que temos que melhorar. Trabalhamos bem na semana para fazer um bom jogo. Sabemos que estamos mais próximos da vitória se não sofremos gols, mas é trabalho.
É trabalhar coletivamente. É importante não sofrer gols. Vamos entrar com pensamento positivo amanhã, sem querer levar gols. - Ali foi um momento de tristeza para mim.
A primeira coisa que ele fez não foi comemorar e sim me dar um abraço. O que posso dizer é que ele me deu toda a força. Estou aqui com ele na Seleção há três anos e aprendo diariamente. Sou muito fã como pessoa e jogador.
O meu carinho por ele aumentou ainda mais após a final da Champions. - Não tenho o que reclamar. Fiz uma temporada muito boa no Arsenal. Conquistamos o título inglês após 22 anos, fiquei feliz com isso.
Na final da Champions, como a maioria sabe, quem está ali no momento sabe, pênalti só quem bate tem as consequências. Estou feliz de estar aqui, de representar meu país. Estou com a cabeça tranquila. - A gente sabe o que temos que fazer dentro de campo.
Não fizemos um bom primeiro jogo. O que podem esperar de nós é muita entrega e dedicação em campo. Vamos fazer de tudo para sairmos vitoriosos. - No clube a gente trabalha diariamente.
Quando você chega na seleção você esta com os melhores. A gente tenta se adaptar o mais rápido possível. Com certeza isso leva trabalho e leva tempo. - No clube a gente trabalha muito, é diariamente.
Quando chegamos na Seleção não tem tanto tempo para trabalhar. Estou tentando ajudar da melhor forma possível, os companheiros também, para que a gente possa marcar de bola parada. Tento passar para os companheiros do que nós fazemos lá (Arsenal).