Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha. Receba no seu email as informações exclusivas da coluna Painel O Governo do Distrito Federal acompanha de perto a possibilidade de Daniel Vorcaro devolver os recursos desviados com a venda de carteiras fraudadas do banco Master ao BRB (Banco de Brasília) e espera a devolução do dinheiro para ressarcir o banco. Isso porque o acordo fechado entre os governos junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) prevê que os eventuais valores ressarcidos pelo banco Master sejam usados para cobrir a operação de crédito do banco estatal.
A expectativa é alta porque nas negociações com a PF (Polícia Federal) e a PGR (Procuradoria Geral da República) o ex-banqueiro Daniel Vorcaro tem tido que devolveria de R$ 40 a R$ 60 bilhões. Segundo o acordo firmado entre o governo Lula e o GDF, os primeiros a serem ressarcidos seriam os fundos de aposentados. O Master deve a eles cerca de R$ 3,5 bilhões. Logo em seguida, aparece o BRB, que teria direito a R$ 6,6 bilhões por causa das carteiras fraudadas repassadas pelo banco de Vorcaro.
O acordo deu autorização para que o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) empreste os valores ao Banco de Brasília, que devem ser pagos em 15 anos, após dois anos de carência. A Câmara Legislativa do DF deu aval para a operação e, agora, o GDF espera assinar o termo junto ao fundo em até duas semanas. Mesmo diante de críticas de que a operação pode atingir o caixa do governo futuramente, a avaliação de integrantes do Governo do Distrito Federal é que o próprio banco vai conseguir quitar o empréstimo porque vinha registrando lucro nos últimos anos. LINK PRESENTE: Gostou deste texto?
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