Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha. Receba no seu email as informações exclusivas da coluna Painel O governo Lula foi pego de surpresa com a operação deflagrada nesta quinta-feira (18) que apura fraudes do Banco Master e envolveu o senador Jaques Wagner (PT-BA). O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues conversou com o presidente Lula por volta de 8h30 desta quinta-feira (18), após a operação ter sido deflagrada.
Com isso, até mesmo o Palácio do Planalto foi pego desprevenido. Segundo pessoas próximas do diretor, ele tinha conhecimento da operação que mirou o líder do governo quando ainda estava com o presidente em viagem ao G7, na Suíça, mas não contou nada a ele. Assim que assumiu a relatoria do caso Master no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro André Mendonça, já tinha determinado que os passos do inquérito não deveriam ser informados à cúpula da PF. No meio político já havia um temor de que as fraudes do Master atingissem o PT da Bahia.
Isso por causa do CredCesta, um cartão de benefício consignado oferecido aos servidores do estado que foi adquirido pelo banqueiro Augusto Lima, também alvo da operação desta quinta. Mais tarde, o cartão se tornou a porta de entrada do banco Master para operar na modalidade de crédito consignado. Mesmo diante das apurações, o governo afirma que foi surpreendido com os desdobramentos da ação. LINK PRESENTE: Gostou deste texto?
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